Alguns términos simplesmente não tem um fim decretado, concreto, existente.
As vezes, é o fim da linha. Um capítulo do diário de nossas vidas que decide, sozinho, finalizar-se. O controle foge de nossas mãos. Uma luta (sem ganhos) para recuperar corações que já não amam mais ou, ao menos, não tanto quanto amaram certa vez. Não digo que é o final do livro inteiro, mas penso que, por hoje, me sinto livre de um ciclo autodestrutivo, que girava e girava e não chegava a lugar algum.
É um infelizmente sendo dito por diversas línguas. De certa forma, talvez nem falte amor ou algo do tipo. Mas, de forma incorreta, guardamos, como humanos, os cacos de um ego ferido.
E que se foda se for mesmo só egoísmo.
É humano, eu sempre digo. Eu, humanamente, fico triste que você não sofra como eu. Eu, humanamente, fico chateada agora que não tenho mais sua atenção. Eu, humanamente, por um bom tempo, vou pensar nos bons e velhos momentos quando nada disso acontecia. Eu, com língua de humana, digo: infelizmente, aconteceu.
E apesar de mágoas e egos feridos, fins de linhas e histórias (in)acabadas, versos frouxos e defeituosos, beijos e abraços, saudades de quem fomos. Apesar de tudo, tudo mesmo, isso se resumo em quem somos: humanamente humanas.
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